segunda-feira, 28 de maio de 2012

Amar!

Eu quero amar, amar perdidamente!
Amas só por amar. Aqui...além...
Mais Este e Aquele, o Outro e toda a gente...
Amar! Amar! E não amar ninguém!


Recordar? Esquecer? Indiferente!...
Prender ou desprender? É mal? É bem?
Quem disser que se poder amar alguém
Durante a vida inteira é porque mente!


Há uma primavera em cada vida
É preciso cantá-la assim florida,
Pois se Deus nos deu voz, foi pra cantar!


E se um dia hei-de ser pó, cinza e nada
Que seja a minha noite uma alvorada,
Que me saiba perder...pra me encontrar...


- Hoje percorri o olhar entre aquelas prateleiras cheias de novos livros, todos à espera que peguem e sejam lidos, amados, escritos, vividos, pois têm muitas histórias para contar.
- Hoje encontrei os sonetos de Florbela Espanca e trouxe-os comigo para casa...e mais um livro de uma grande escritora portuguesa (Rosa Lobato Faria)
- Hoje deixei Florbela Espanca ler-me este soneto em que diz que vale a pena amar, ousa amar hoje, agora...sempre!

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